sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

(3) LOW-CARB - HIGH FAT - 100% REAL FOOD = BAIXO CARBOIDRATO - GORDURA ALTA - 100% NATURAL = EM BUSCA DO ANABOLISMO TOTAL = EXPERIÊNCIAS NA DIETA E NO PÓS-TREINO - PRIMEIRAS IMPRESSÕES


Demorei?

Que falta de modos, Claudia! - diria a minha avó, se soubesse que deixei meus convidados um tempão esperando na mesa, a seco, sem servir sequer uma entrada, uns quitutes básicos, um tira-gosto...


Bolinhas assadas de carne moída, aceita? 


Mas tenho boas desculpas por haver interrompido a nossa conversa sobre comida (partes 1 e 2).


* A primeira delas (e esta até vovó De Lourdes aceitaria sem piscar) é que a adoção da dieta de BAIXO CARBOIDRATO, GORDURA ALTA e MODERADA EM PROTEÍNAS - e a consequente adaptação do organismo ao uso da gordura como combustível - resulta em completa AUSÊNCIA DE FOME.

Fome, fissura, desejo, desespero por doce, chocolate, massa, pão?

Esqueça!

Isso não existe aqui.


Salada de camarão com óleo de coco, delícia! 


Vai daí que, bem alimentada e saciada, acabei me entregando a outros prazeres e afazeres, atrasando-me na sequência do nosso bate-papo.

(A semana foi cheia de novidades e desafios: mudança de método de treino; as sessões de treinamento mais intensas da minha vida - dói tudo, cada fibra do ombro, da barriga, as pernas então nem se fala, imagine o que é um treino de pernas COMPLETO com ANTERIOR E POSTERIOR + GLÚTEOS, sessenta minutos com intervalo mínimo entre as séries ou sem intervalo mesmo -; a notícia empolgante de que vou participar de um campeonato importante em menos de dois meses e a necessidade de reprogramar fases de treinos e de dieta, além de outras providências; trabalhos a concluir, prazos vencendo. Enfim, estou na correria.)


Peito de frango grelhado com salada e molho de ervas.
Os tomates uso mais para enfeitar e tento não queimar o frango, mas acabou passando ;-)


* A outra explicação para a demora é que ando TESTANDO ALGUMAS ALTERAÇÕES no meu estilo de vida de mulher e ATLETA em LOW-CARB - HIGH FAT e queria aproveitar este post (3) para falar sobre as primeiras conclusões.

Pretendia ir direto para o prato principal, mas achei que você gostaria de saber quais são essas minhas EXPERIÊNCIAS

OBSERVEI:

1) Os efeitos de TIRAR AS VITAMINAS E OS MINERAIS ARTIFICIAIS da dieta 100% natural, composta de carnes magras (ou retirando-se a camada de gordura dos cortes mais gordos da carne não orgânica), peixes gordos e magros, ovos inteiros, vegetais e gorduras de azeite de oliva extra-virgem e óleo de coco virgem orgânico; sem cafeína, sem laticínios, sem corantes e conservantes, sem adoçantes artificiais; de baixo teor de sódio.

Pensei: por que tantas pílulas de vitaminas e minerais? Será que as megadoses de ANTIOXIDANTES - as vitaminas C e E, por exemplo -, não interferem no delicado equilíbrio das outras vitaminas? E por que tomar cápsulas de óleo de peixe se como salmão e outros peixes quase todos os dias? Vitaminas do Complexo B? As informações do frasco dizem que cada cápsula contém cerca de 3000% das necessidades diárias! Para onde vai todo este excesso? Ok, sai pela urina, ou não? E quanto aos minerais e às temidas carências - de CÁLCIO, por exemplo -, o que dizer da sua suplementação?

Dominei o medo de catabolizar e consumir os meus preciosos músculos em um perverso processo de autofagia (devorar-me a mim mesma ;-) e eliminei os últimos suplementos que restavam: as CÁPSULAS DE VITAMINAS e de MINERAIS que há anos tomava em doses altas, ou pelo menos, muito superiores às naturalmente contidas na água e nos alimentos.

Algumas referências:






2) Também contrariando os dogmas da nutrição para atletas e para a população em geral e as recomendações de 10 em 10 médicos, nutricionistas e todos os interessados e estudiosos do assunto, experimentei AUMENTAR O INTERVALO ENTRE AS REFEIÇÕES.


3) E mais: os efeitos de usar somente GORDURA IMEDIATAMENTE APÓS O TREINO (sem BCAA, whey protein, caseína ou qualquer outro suplemento ou alimento contendo proteína e carboidrato). UMA HORA MAIS TARDE, UMA REFEIÇÃO COMPLETA, com PROTEÍNAS, GORDURAS e vegetais (folhas).

O motivo da minha atitude? Li isso quanto à RELAÇÃO DA NUTRIÇÃO, TREINO E NÍVEIS DE TESTOSTERONA e há semanas venho testando usar APENAS GORDURA (ÓLEO DE COCO) NO PÓS-TREINO IMEDIATO.



Churrasco!
Prefiro os cortes mais magros ou tiro toda a camada de gordura e sal em torno da carne.


Como pode ver, andei ocupada esses dias, usando-me como cobaia e subvertendo os conceitos e os hábitos de vários anos, tais como: suplementar com antioxidantes e minerais, comer de 3 em 3 horas, aproveitar a "janela de oportunidade" imediatamente depois do treino (dizem que a tal janela é caprichosa, que se abre e se fecha rapidinho, daí a necessidade absoluta e a urgência do shake pós-treino, contendo whey protein, BCAAs, glutamina, creatina, uma boa dose de carboidratos etc). 

Lembrando que treinei como nunca - MUSCULAÇÃO e AERÓBICOS - e que estou em fase de HIPERTROFIA, com o objetivo de aumentar massa muscular sem ganhar gordura em excesso, pois os campeonatos estão logo aí. 
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As PRIMEIRAS IMPRESSÕES sobre as EXPERIÊNCIAS mencionadas acima é que senti: 

- AUMENTO DE ENERGIA E DISPOSIÇÃO. Notável, incrível mesmo. FORÇA também, excelente rendimento nos treinos. Mais TESTOSTERONA, talvez? AUMENTO DE HORMÔNIOS ANABÓLICOS NATURALMENTE?!


- AUMENTO DE MASSA MAGRA E PERDA DE GORDURA - HIPERTROFIA GERAL COM ABDOMEM MAIS SECO. O peso baixou.


- MENOS FOME AINDA! Preciso colocar o despertador para me lembrar que é hora de comer, mesmo em dias de treino intenso.



Pudim de claras com calda de café
Não uso adoçantes nem cafeína, você também pode adaptar a receita!




Como de costume, eu me empolgo com o assunto e acabo falando demais.


Assim, dando sequência aos tópicos: 






DIETA DE BAIXO CARBOIDRATO E PREPARAÇÃO PARA COMPETIÇÃO (SEMANA PRE-CONTEST)

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OBSERVAÇÃO 1: NÃO SOU NUTRICIONISTA nem tenho qualificação na área médica. Tudo o que comento neste blog é fruto da minha EXPERIÊNCIA PESSOAL e de aprendizado por conta própria. Se você se interessar pelo assunto, consulte um profissional especializado.

OBSERVAÇÃO 2: NÃO PRESCREVO DIETAS NEM TREINOS, NÃO PRESTO CONSULTORIAS POR MEIO DESTE BLOG, DE REDES SOCIAIS OU DE MENSAGENS PRIVADAS.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

EVOLUÇÃO 2 + NOVO TREINAMENTO - MEMBROS SUPERIORES


O processo de esculpir o próprio corpo e observar as mudanças sutis que acontecem ao longo do treinamento são coisas que me fascinam no meu esporte: o fisiculturismo.

As fotos abaixo são auto-retratos com a câmera de um celular com temporizador.

Nesta primeira, eu havia acabado de fazer a tatuagem que começa no ombro esquerdo, desce pelas costas e vai pela cintura na frente, do outro lado. Por isso tirei a foto, para registrar o desenho.

Estava com 2 anos e meio de treinamento, os ombros e as costas eram os meus pontos mais fortes.

Não tinha pernas nem glúteos, mas me orgulhava do que havia conseguido com os membros superiores.


Claudia Vilaça após 2 anos e meio de treinamento - Julho/2010


E nessas aqui eu era uma iniciante na musculação, treinava há 9 meses, sempre montando minhas séries e planejando tudo sozinha (leia sobre a EVOLUÇÃO), com os conhecimentos e as informações que conseguia em leituras, sites e fóruns.

As costas ainda não tinham muitos relevos, mas os ombros começavam a saltar poderosos!


Claudia Vilaça após 9 meses de treinamento - Outubro/2008

Claudia Vilaça após 9 meses de treinamento - Outubro/2008

Claudia Vilaça após 9 meses de treinamento - Outubro/2008


Desde que comecei a preparação para competir, em agosto/2012, houve uma grande mudança no meu corpo. 

Em cinco meses os membros inferiores cresceram bastante: aumentei uns bons centímetros de quadril e de coxa. 

Estou pernuda e bunduda hahaha! 


Os superiores, no entanto, deram uma estacionada, principalmente os ombros, o que se pode notar por fotos mais antigas, como esta em que estou autografando um livro, tirada há 2 anos, em comparação com as imagens recentes.


Claudia Vilaça - Praça Benedito Calixto/SP - Janeiro/2011


Claudia Vilaça - Dezembro/2012


Assim, devo dizer que a nova etapa de treinamento e a preparação terá como FOCO não apenas a hipertrofia dos MEMBROS INFERIORES - como vinha acontecendo -, mas também uma atenção especial aos SUPERIORES.

Treinos de HIPERTROFIA específicos para ombros e dorsais, a idéia é abrir a lateral das costas (as "asas") e os ombros, responsáveis pela silhueta em forma de Y, padrão da categoria Figure.

Sem esquecer dos abdominais, onde também preciso de um pouco mais de massa muscular.


As primeiras sessões de treinamento mudando a estratégia já fizeram diferença, sinto tudo queimando e crescendo, que delícia!

Devo estar preparada para disputar os próximos campeonatos: Estreantes, em abril, e o Paulista, em maio/2013, na categoria Body Fitness (Figure) Master.

Preciso de ombros, de costas, de pernas. 

Preciso de tudo no lugar e em grande forma.

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Leia também:






domingo, 27 de janeiro de 2013

(2) LOW-CARB - HIGH-FAT - 100% REAL FOOD = BAIXO CARBOIDRATO - GORDURA ALTA - 100% NATURAL = ANTES E AGORA


Continuando a nossa conversa sobre comida, iniciada com o post (1) LOW-CARB - HIGH-FAT - 100% REAL FOOD = BAIXO CARBOIDRATO - GORDURA ALTA - 100% NATURAL - MINHA DIETA, devo dizer que a opção por COMIDA DE VERDADE é a base da minha alimentação, ou melhor, do meu estilo de vida.


Claudia Vilaça - restaurante Cachoeira Tropical - 19/janeiro/2013


Nem sempre foi assim, já passei por outras fases.

Até 2008 - antes de começar a praticar qualquer atividade física e, em especial, musculação -, eu comia grandes quantidades de alimentos refinados, processados, coloridos e adoçados artificialmente.

Quase nada de PROTEÍNA: de vez em quando, um ou dois ovos cozidos (geralmente eu tirava a gema), não gostava de carnes. 


Tomava iogurte líquido desnatado e light. Queijo light. Gelatina light.

Coca-Cola light.

Desde menina bem novinha, sacarina e ciclamato; mais tarde, aspartame, acessulfame-k, sucralose. Muito mesmo, frascos e mais frascos, preferia os adoçantes em gotas, fáceis de usar.


Tudo era light, de baixas calorias e/ou sem gordura. Ou seja, a dieta típica das revistas femininas e de boa forma, aprovada por todos (ninguém estranhava, nenhum médico discordava, a família e os amigos achavam normal).

A vida à base de alimentos refinados, adoçantes artificiais, corantes, conservantes... Desde que light, ok. Uma caloria é uma caloria. Simples. Pura matemática.




Claudia Vilaça - restaurante Cachoeira Tropical - 19/janeiro/2013


Se comia poucas proteínas, o mesmo não digo sobre os CARBOIDRATOS.

Pão, pão e mais pão.

Ah, e ainda outra porção grande de pão!

Pão de tudo quanto era tipo: francês, baguette, croissant, bisnaguinha, sírio, pão de leite, pão de forma. Pão doce e pão salgado. Fresco. Torrado. Pão puro, pão com alguma coisa dentro - mas nem precisava -, geralmente queijo branco, ricota, mussarela ou requeijão light. Dispensava presunto, peito de peru, embutidos; ficava no pão com queijo mesmo (eu não gostava de carnes, lembra?).

O pão era o pão nosso de todo dia. O dia todo, a toda hora, as refeições eram pão com café, pão com iogurte batido, pão com vinho.

De vez em quando, variações sobre o mesmo tema, com panetone, bolo inglês daquele sequinho, brownie, biscoitos, barrinha de cereal, pão de queijo, pudim de pão.

Além do pão, havia o macarrão nosso de cada noite. E a pizza, as esfihas, as tortas de palmito, as tortinhas de morango ou maçã.

Meu mundo comestível girava em torno de uma grande bola de massa de farinha de trigo refinada.


Claudia Vilaça - restaurante Cachoeira Tropical - 19/janeiro/2013


Falei sobre o pão com vinho, mas o VINHO era mesmo o grande amor da minha vida. 

(Ok, reconheço, também era doida pelo Pão e pelo Macarrão, sou uma mulher de grandes paixões...)

Vinho tinto, seco, encorpado. Chileno, argentino, francês, português, nacional. Tomava vinho todas as noites (esperava o sol se pôr para começar a beber, sabe, para não dar mau exemplo para as crianças). 

Depois das 18 horas e até ir me deitar eu bebia 3 ou 4 copos de vinho - cerca de uma garrafa - TODO SANTO DIA. Com o meu marido, lá pelas 10 da noite, depois do jantar e antes de começar o filme na TV, já abríamos a segunda garrafa.


Claudia Vilaça - restaurante Cachoeira Tropical - 19/janeiro/2013


Também comia muitas FRUTAS, frescas e secas. Ainda bem que preferia as frutas in natura, sem açúcar, e não em forma de sucos ou geléias.

Bastante mel. Com bananas, aveia, passas e nozes ou castanhas.


De outros VEGETAIS o consumo era baixo, pois o básico mesmo era o que coubesse dentro do pão - umas folhinhas de alface ou duas rodelas de tomate salpicadas com orégano e um fio de azeite, acompanhando o queijo branco. Ou a escarola da pizza. Mais a caneca de café de dia e o vinho à noite, é claro.


Então, no fim de 2008, EU COMECEI A TREINAR. Ia para a academia às 18 horas com uma frutinha e um iogurte na barriga, talvez uma barrinha de cereal, fazia musculação, voltava e comia pão, pizza, macarrão; bebia vinho.

Depois de alguns meses assim, dei de sentir uma DOR DE CABEÇA formidável!

Uma enxaqueca épica e retumbante: acordava no meio da noite com dor de cabeça, saía da cama com dor de cabeça, passava o dia com dor de cabeça e ia me deitar com dor de cabeça.

Além da dor de cabeça, um CANSAÇO mortal.


Foi por esta época que concluí que deveria fazer algumas mudanças na minha dieta, pois o que comia (e bebia) não era compatível com a atividade física e o novo estilo de vida.

Primeiro diminuí os carboidratos de alto índice glicêmico. Troquei o pão branco pelo integral e cortei as frutas e o mel. Tirei o macarrão e as outras massas. Disse adeus ao meu amor - o vinho -, mas mantive o café e os adoçantes. 

Como não gostava de carnes, e para conseguir proteína, incluí muitas doses de whey protein, caseína e blends protéicos. Os shakes eram doces, coloridinhos, sabor chocolate ou morango, nem de longe lembravam bife, peixe cozido ou frango assado...


Claudia Vilaça - restaurante Cachoeira Tropical - 19/janeiro/2013


Fui assim até janeiro de 2012, quando uma crise de indigestão e a sensação de estar gerando um monstro nos intestinos me levaram a descobrir uma intolerância ao glúten.

Além dos problemas digestivos, o exame de ultrassom detectou um cisto ovariano de mais de 6 cm de diâmetro, um limão dos grandes.


Fora com GLÚTEN!

Tchau para trigo, aveia, cevada, centeio, e tudo o que eles representam na sociedade moderna.

Na dúvida, ainda risquei do cardápio todo e qualquer grão, sementes, feijões, amendoim, mandei tudo às favas (com o perdão pelo trocadilho podre).

Também eliminei a grande quantidade de alimentos processados e fiquei com os naturais, com a COMIDA DE VERDADE - carnes, peixes, ovos, inhame, cará, vegetais e saladas - na tentativa de me curar. 

Zerei adoçantes, suplementos de proteína e tudo o que viesse em potes, latas e embalagens contendo uma lista de ingredientes na "composição" e nas "informações nutricionais". 

Nada mais de cápsulas, pílulas, pós e poções que não existem na natureza.


Claudia Vilaça - restaurante Cachoeira Tropical - 19/janeiro/2013


Em abril de 2012, já há quatro meses sem glúten, por acaso adotei o LOW-CARB - HIGH FAT LIFESTYLE, ou a DIETA DE BAIXO CARBOIDRATO E ALTA EM GORDURAS, durante uma viagem aos EUA.

Avião, hotel, o dia todo na rua, não havia como preparar o meu inhame cozido no vapor. Glúten eu não comia. Arroz branco também não.

Fiquei só nas carnes grelhadas e nas saladas, compradas pré-lavadas no supermercado ou pedidas nos restaurantes "sem molho, sem maionese, sem manteiga, sem nada" (porque os americanos são malucos por molhos e enchem os pratos de líquidos e cremes e bombas de sódio).


Resumindo: vivo há mais de 2 anos (desde abril/2012) alimentando-me com QUASE NENHUM CARBOIDRATO (exceto as folhas cruas e alguns vegetais), FARTAS PORÇÕES DE GORDURA de peixes/carnes/ovos, óleo de coco e azeite de oliva, e QUANTIDADES MODERADAS DE PROTEÍNAS, sempre naturais e, sempre que possível, orgânicas.

Ah, os problemas de digestão e o cisto de 6 cm sumiram, nunca mais deram as caras. Coincidência ou matei o cisto de fome? Desapareceram também os cistos menores (Síndrome de Ovários Policísticos desde os 18 anos). 


No restaurante Cachoeira Tropical, com as amigas Paloma e Ana - 19/janeiro/2013

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OBSERVAÇÃO 1: NÃO SOU NUTRICIONISTA nem tenho qualificação na área médica. Tudo o que comento neste blog é fruto da minha EXPERIÊNCIA PESSOAL e de aprendizado por conta própria. Se você se interessar pelo assunto, consulte um profissional especializado.

OBSERVAÇÃO 2: NÃO PRESCREVO DIETAS NEM TREINOS, NÃO PRESTO CONSULTORIAS POR MEIO DESTE BLOG, DE REDES SOCIAIS OU DE MENSAGENS PRIVADAS.


[Algumas informações e links deste post foram ATUALIZADOS em 22/agosto/2014]

sábado, 26 de janeiro de 2013

OBESIDADE: A SOLUÇÃO DEFINITIVA - VERSÃO ORIGINAL, SEM CORTES

A Coca-Cola acaba de lançar uma campanha publicitária intitulada "Coming Together".

No novo filme, a empresa afirma querer trabalhar com o povo americano para - todos juntos - encontrar soluções para a epidemia de obesidade. Eles chamam a isso "a questão desta geração".




A Coca-Cola diz que apenas 3 em 4 de suas bebidas contêm açúcar - há também as diversas opções de baixas calorias (assim como existem cigarros light e com filtro, e a indústria de cigarros poderia aproveitar a dica da Coca-Cola e lançar uma campanha publicitária para conter uma epidemia de câncer de pulmão ;-).


Bem, o primeiro vídeo é uma edição tosca.

Você prefere a VERSÃO VERDADEIRA, HONESTA E DEFINITIVA?

Quer saber de uma vez por todas por onde começar para acabar com a praga da OBESIDADE?

A SOLUÇÃO É SIMPLES E GRÁTIS!

Assista aqui - vá até o fim - a VERSÃO ORIGINAL, SEM CORTES.





Depois de assistir o FILME SEM CORTES, venha para cá: 





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OBS.: Interrompi a sequência de posts porque a nova campanha da Coca-Cola me chamou a atenção (achei que você também gostaria de conhecer a versão verdadeira).

Logo mais, publico a segunda parte do post LOW-CARB - HIGH-FAT - 100% REAL FOOD = BAIXO CARBOIDRATO - GORDURA ALTA - 100% NATURAL.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

(1) LOW-CARB - HIGH-FAT - 100% REAL FOOD = BAIXO CARBOIDRATO - GORDURA ALTA - 100% NATURAL


Vamos falar de comida?

Mas antes de começar a nossa conversa sobre um assunto tão gostoso e apaixonante, quero dizer algumas coisas:

* A alimentação NATURAL e LOW-CARB - HIGH-FAT é um estilo de vida. 

* Não tem prazo determinado nem ciclos; não há datas nem limites de quilos a ganhar ou a perder. Sem diferenças quanto a épocas do ano ou dias da semana; não importa se é feriado, se a gente come em casa ou em um banquete, uma festa, uma balada.

* Na minha vida LOW-CARB não há "dia do lixo" ou "dias livres" de "coma o que quiser nos fins de semana". Não há tabelas de calorias. COMO APENAS O QUE GOSTO E O QUE TENHO VONTADE. TODOS OS DIAS.

* Este estilo de vida não é certo nem errado, apenas funciona para mim, sinto-me ótima assim, com boa saúde e disposição.


* NÃO SOU NUTRICIONISTA nem tenho nenhuma qualificação na área médica. Tudo o que comento aqui é parte da minha EXPERIÊNCIA PESSOAL e de aprendizado por conta própria. Se você se interessar pelo assunto, procure ler e se informar, consulte-se com um nutricionista que trabalhe com este tipo de dieta, fale com seu médico, faça exames de sangue, veja a quantas anda o seu perfil lipídico, glicose, etc. 


* A minha dieta é 100% NATURAL de BAIXO CARBOIDRATO, ALTA em GORDURAS e MODERADA em PROTEÍNAS.

* Não faço dieta das proteínas (Dukan ou similares, com alta ingestão de proteínas e baixo consumo de carboidratos e gorduras).

* Não sigo Atkins, embora existam pontos em comum. Esclarecendo: entre as minhas fontes de proteínas e gorduras, não entram bacon, linguiça e embutidos em geral, queijos, creme de leite, manteiga e outros alimentos constantes da dieta Atkins. Também na dieta Atkins não se pensa na proporção de gorduras e proteínas, o que para mim é fundamental.

* O meu BAIXO-CARBOIDRATO ou LOW-CARB (em inglês) é BAIXO mesmo! 

* De carboidratos, consumo VERDURAS (bastante) e vegetais (alho, cebola, brócolis, couve-flor, repolho, couve, pepino, rabanete, aipo e erva-doce, por exemplo). 

* Não faço dieta cíclica, em que se alternam dias de alto, médio e baixo carboidrato.

* Também não faço "recargas" periódicas de carboidratos, como na Dieta Metabólica e em outras da mesma linha, recomendadas especialmente para atletas.


* Por que não gosto de CICLOS de carboidratos? 

*** Porque, PARA MIM, sinto que o sobe-e-desce de carboidratos interrompe o processo em que O CORPO USA A GORDURA COMO COMBUSTÍVEL.

*** Porque - também PARA MIM - alternar períodos com e sem carboidrato DÁ FOME e VONTADE DE COMER MAIS E MAIS CARBOIDRATO (= compulsão e "desejos").


*** Porque a grande vantagem de uma DIETA ALTA EM GORDURAS e de BAIXO CARBOIDRATO é que NÃO EXISTE "FOME NERVOSA" nem COMPULSÕES!!!


*** Porque uma vez que se está adaptado ao uso da GORDURA COMO ENERGIA (o que demora alguns dias e varia de pessoa para pessoa) parece que vem uma calma, como se o nosso corpo entendesse que não há com o que se preocupar, já que existe muito combustível de reserva e à disposição: a nossa própria gordura e a dos alimentos.



* É perfeitamente possível TREINAR sem carboidratos. Treinos intensos e diários de musculação e aeróbicos (esteira, bike, escada, transport, corrida).


* É perfeitamente possível HIPERTROFIAR sem carboidratos!


Claudia Vilaça em dieta e treinamento para HIPERTROFIA, com 57 e 63kg.

Claudia Vilaça em dieta e treinamento para HIPERTROFIA, com 57 e 63kg


* E é perfeitamente possível PERDER GORDURA corporal COMENDO GORDURAS.


Claudia Vilaça em fase de DEFINIÇÃO - 58kg - 01/dezembro/2012


* É perfeitamente possível PREPARAR-SE para uma competição de fisiculturismo (ou uma ocasião especial, tal como sessão de fotos, festa, casamento, viagem, etc) usando uma dieta de BAIXO CARBOIDRATO e ALTA EM GORDURAS, apenas ajustando as quantidades de carboidrato, gordura e proteína de acordo com a fase da preparação: se hipertrofia ou definição e semana pre-contest (ou pré-evento). 

* Logicamente, depois da rápida PERDA DE GORDURA (para a competição, por exemplo) é fácil retomar o processo de HIPERTROFIA, bastando reajustar as quantidades, como mencionei acima. 

* Note as datas das FOTOS a seguir, todas tiradas em DIETA de BAIXO CARBOIDRATO e ALTA EM GORDURAS:


Claudia Vilaça - INÍCIO do LOW-CARB - 56kg - 10/abril/2012
Eu perdi muito peso rapidamente - cerca de 3kg em poucos dias - quando, POR ACASO, comecei a me alimentar com baixo carboidrato e gordura alta, durante uma viagem aos EUA.


Claudia Vilaça - ANTES - 57kg - 20/maio/2012
Ainda bem magrinha e comendo bastante!


Claudia Vilaça em dieta e treinamento para HIPERTROFIA - 61kg - 12/outubro/2012


Claudia Vilaça em PRE-CONTEST - 59kg - 17/novembro/2012


Claudia Vilaça em COMPETIÇÃO - 58kg - 24/novembro/2012


Claudia Vilaça reiniciando HIPERTROFIA - 58kg - 01/dezembro/2012


Claudia Vilaça em HIPERTROFIA - 62kg - 20/janeiro/2013


* A quantidade de PROTEÍNAS na minha dieta é MODERADA, também calculada de acordo com os meus objetivos e a fase de treinamento.






* Não me preocupo com calorias.

* Mesmo em fase de PERDA DE GORDURA, a dieta é hipercalórica, se comparada às tradicionais. 

* Como a gordura tem mais que o dobro das calorias dos carboidratos e das proteínas, é natural que as refeições tenham um volume menor, mas com teor calórico maior. Por isso, a comida sacia e fornece energia de sobra para treinos e demais atividades.


* Faço em torno de 5 refeições por dia, a intervalos regulares, contendo a mesma quantidade de alimentos e igual teor de nutrientes em cada uma. 

* TODAS AS REFEIÇÕES contêm GORDURA e PROTEÍNA + CARBOIDRATO (vegetais sem amido).

* A maior parte da gordura da minha dieta vem do óleo de coco virgem orgânico, que uso adicionado ao prato e também para cozinhar, além das gorduras naturais dos alimentos (carnes e frango sem antibióticos, gemas de ovos orgânicos e peixes como o salmão selvagem, anchova e sardinha).


* NÃO USO VITAMINAS E MINERAIS SINTÉTICOS.

* NÃO USO SUPLEMENTOS.


* O motivo de NÃO CONSUMIR SUPLEMENTOS geralmente utilizados por atletas é uma preferência por COMIDA DE VERDADE - carne, frango, peixe, ovos e vegetais -, ou seja, alimentos naturais, que são comprados na feira do bairro ou em qualquer supermercado de qualquer lugar do mundo, evitando os processados, refinados e adicionados de conservantes, adoçantes, corantes e sódio. Sempre que possível, ORGÂNICOS.

* Prefiro comer os ovos e a carne, acompanhados de uma bela salada temperada com azeite de oliva extravirgem, a usar um suplemento em pó (albumina e carnipure, por exemplo). Prefiro ter o que MASTIGAR em cada uma das minhas refeições. O ato de beber um copo de shake, adoçado artificialmente e com cor de morango ou chocolate, pode até suprir as necessidades de proteínas, mas falta o prazer de comer, de sentir a textura dos alimentos e, o mais importante, parece que não sacia.


* Outro motivo para NÃO USAR SUPLEMENTOS é a quantidade de PROTEÍNA na minha dieta, SEMPRE MODERADA.


* Outro aspecto, ainda, é o efeito dos suplementos protéicos sobre a INSULINA (e gordura corporal), além, é claro, do conteúdo absurdamente caro, misterioso e muitas vezes enganoso e/ou adulterado dos pós docinhos com sabor de mamadeira de criança, devidamente "enriquecidos" com farinha e açúcar, e que os frequentadores da sala de musculação aspirantes a crescer e se tornar gigantes adoram sacudir em suas coqueteleiras de plástico colorido, em um curioso contraponto entre paladar e hábitos infantilizados versus músculos hipertrofiados.


A propósito, recomendo a leitura do artigo QUAL O MELHOR SUPLEMENTO PARA HIPERTROFIA?, do Dr. Luciano de Castro.




* ANTES e DEPOIS DO TREINO tomo ÓLEO DE COCO virgem orgânico.

* ÁGUA mineral ALCALINA com BAIXO TEOR DE SÓDIO; o mínimo de FLÚOR, CLORO e NITRATOS.

* Preferência pessoal, preparo minhas refeições sem adicionar SAL. Uso uma grande variedade de TEMPEROS: ervas frescas, louro, alho, além de azeite de oliva extra-virgem.

* Ao comer fora de casa, prefiro os GRELHADOS e vegetais. Sempre procuro tirar a gordura visível e a parte externa das carnes não orgânicas (a picanha do churrasco ou o galeto assado, por exemplo), onde se forma aquela casquinha de sal, óleo de fritura e algum molho.


Eis um exemplo do meu CARDÁPIO DIÁRIO:

REFEIÇÃO 1 - porção de proteína (carne, peixe, frango e/ou ovos inteiros) + vegetais + óleo de coco virgem orgânico e azeite de oliva extravirgem.

---> PRÉ-TREINO (15 minutos antes) - óleo de coco virgem orgânico

---> PÓS-TREINO (imediatamente depois) - óleo de coco virgem orgânico

REFEIÇÃO 2 - porção de proteína (carne, peixe, frango e/ou ovos inteiros) + vegetais + óleo de coco virgem orgânico e azeite de oliva extravirgem.

REFEIÇÃO 3 - porção de proteína (carne, peixe, frango e/ou ovos inteiros) + vegetais + óleo de coco virgem orgânico e azeite de oliva extravirgem.

REFEIÇÃO 4 - porção de proteína (carne, peixe, frango e/ou ovos inteiros) + vegetais + óleo de coco virgem orgânico e azeite de oliva extravirgem.

REFEIÇÃO 5 - porção de proteína (carne, peixe, frango e/ou ovos inteiros) + vegetais + óleo de coco virgem orgânico e azeite de oliva extravirgem.


Vamos continuar esta conversa no post a seguir, ok?

Já separei meus pratos favoritos e sugestões de alimentação NATURAL de BAIXO CARBOIDRATO e GORDURA ALTA: o que comprar, o que preparar em casa, como se virar no almoço com a sogra, o que pedir em restaurante.

Muita COMIDA DE VERDADE!!!

Se você quiser me perguntar alguma coisa ou falar sobre a sua dieta e experiências, envie um COMENTÁRIO.




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OBSERVAÇÃO 1: NÃO SOU NUTRICIONISTA nem tenho qualificação na área médica. Tudo o que comento neste blog é fruto da minha EXPERIÊNCIA PESSOAL e de aprendizado por conta própria. Se você se interessar pelo assunto, consulte um profissional especializado.

OBSERVAÇÃO 2: NÃO PRESCREVO DIETAS NEM TREINOS, NÃO PRESTO CONSULTORIAS POR MEIO DESTE BLOG, DE REDES SOCIAIS OU DE MENSAGENS PRIVADAS.